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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Pedagogia de projetos

vídeo sobre a pedagogia de projetos. é preciso partir de um problema envolvendo os alunos.
linkhttps://youtu.be/eguk20OL76c

terça-feira, 23 de maio de 2017

Escola pra quê? Vídeos sobre a função da escola e do professor

Olá pessoal
Gostaria de compartilhar com vocês uns vídeos para promover a reflexão do papel da escola e a função do professor. Os vídeos trazem à tona questões que nos faz refletir acerca do verdadeiro papel da escola e sua importância nos dias atuais.

Quando sinto que já sei:
O documentário “Quando sinto que já sei” registra práticas educacionais inovadoras que estão ocorrendo pelo Brasil. A obra reúne depoimentos de pais, alunos, educadores e profissionais de diversas áreas sobre a necessidade de mudanças no tradicional modelo de escola.

Projeto independente, o filme partiu de questionamentos em relação à escola convencional, da percepção de que valores importantes da formação humana estavam sendo deixados fora da sala de aula.

Durante dois anos, os realizadores visitaram iniciativas em oito cidades brasileiras – projetos que estão criando novas abordagens e caminhos para uma educação mais próxima da participação cidadã, da autonomia e da afetividade.
A etapa final do projeto foi financiada com a colaboração de 487 apoiadores pela plataforma de financiamento coletivo Catarse.
Fonte: youtube
https://youtu.be/HX6P6P3x1Qg

Escolarizando o mundo:
O filme examina o pressuposto escondido da superioridade cultural por trás dos projetos de ajuda educacionais, que, no discurso, procuram ajudar crianças a "escapar" para uma vida "melhor".
Aponta a falha da educação institucional em cumprir a promessa de retirar as pessoas da pobreza -- tanto nos Estados Unidos quanto no chamado mundo "em desenvolvimento".
E questiona nossas definições de riqueza e pobreza -- e de conhecimento e ignorância -- quando desmascara o papel das escolas na destruição do conhecimento tradicional sustentável agroecológico, no rompimento das famílias e comunidades, e na desvalorização das tradições espirituais ancestrais.
Fonte: youtube
Link: https://youtu.be/6t_HN95-Urs

Rubem Alves - O papel do professor
Rubem Alves acredita que o papel do professor é ensinar o aluno a pensar provocando a curiosidade da criança ou adolescente. 
Fonte: youtube
Link: https://youtu.be/_OsYdePR1IU

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Lista de filmes para tratar o Ética-Cidadania e Direitos Humanos

Sugestão de filmes
O uso de filmes é muito recomendado para tratar de temas como Ética e Cidadania e Direitos Humanos.

A seguir são indicados alguns filmes que podem ser usados em sala de aula. (Fonte: Curso de Introdução aos Direitos Humanos e ECA - EFAP):

Tiros em Colombine (2002) - Bowling for Columbine

Duração: 120 min
Diretor: Michael Moore
Classificação indicativa: Inadequado para menores de 12 anos


Sinopse
O filme é um documentário que investiga a fascinação dos americanos pelas armas de fogo. O longa questiona esta cultura bélica e busca respostas, visitando pequenas cidades dos Estados Unidos, dentre as quais Littleton, no Colorado, onde fica o colégio Columbine. O filme, que ganhou o Oscar de melhor documentário, faz uma crítica à indústria armamentista e se tornou uma referência na luta pela paz mundial. É ótimo para refletir e discutir com os alunos sobre o valor da vida humana, a importância do desarmamento e sobre vítimas de bullying.
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Mar adentro

Duração: 125 min
Diretor: Alejandro Amenábar
Classificação indicativa: Inadequado para menores de 12 anos


Sinopse
O filme é um drama que conta a história de Ramón Sampedro, um homem que luta para ter o direito de pôr fim à sua própria vida. Na juventude ele sofreu um acidente que o deixou tetraplégico e preso a uma cama por 28 anos. Lúcido e extremamente inteligente, Ramón decide lutar na justiça pelo direito de decidir sobre sua própria vida, o que lhe gera problemas com a igreja, a sociedade e até mesmo seus familiares.
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O destino de uma vida - Losing Isaiah

Duração: 111 min
Diretor: Stephen Gyllenhaal
Classificação indicativa: Informação não disponível no site do Ministério da Justiça


Sinopse
O filme é interessante para mostra que os laços de amor não tem cor e nos leva a uma profunda reflexão sobre amor, solidariedade, igualdade e tolerância.
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Filadélfia ( 1993) - Philadelphia

Duração: 125 min
Diretor: Jonathan Demme
Classificação indicativa: Inadequado para menores de 12 anos


Sinopse
O filme é muito interessante para a nossa discussão porque leva a refletir sobre Direitos Humanos, intolerância, injustiça, homossexualidade, dignidade da pessoa humana e preconceito. Os preconceitos sobre a homossexualidade e a Aids são mostrados a partir da história de um advogado que, vendo a sua carreira em perigo, contrata um colega de profissão especializado em casos de ofensas pessoais para processar a entidade patronal por despensa do emprego sem justa causa.
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Homens de Honra (2000) - Men of Honor

Duração: 129 min
Diretor: George Tillman Jr.
Classificação indicativa: Inadequado para menores de 12 anos


Sinopse
O filme narra uma história de superação do racismo e do preconceito nas fileiras da marinha norte-americana.
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Conrack (1974)

Duração: 106 min
Diretor: Martin Ritt
Classificação indicativa: Informação não disponível no site do Ministério da Justiça


Sinopse
O filme narra a história de um enérgico professor, ávido por ensinar densos conteúdos, mas que se defronta com enormes diferenças entre ele e seus alunos. Do ponto de vista dele, trata-se de uma grave defasagem. Será a superação dos próprios preconceitos a única maneira de alcançar aqueles alunos.
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O xadrez das cores

Duração: 22 min
Diretor: Marco Schiavon
Classificação indicativa: Informação não disponível no site do Ministério da Justiça


Sinopse
O filme é importante para pensar, refletir e entender as raízes do preconceito em nosso país. Pode ser assistido em: http://www.portacurtas.com.br/pop_160.asp?Cod=2932&exib=5937.
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O sol é para todos (1962) - To kill a mocking bird

Duração: 129 min
Diretor: Robert Mulligan
Classificação indicativa: Informação não disponível no site do Ministério da Justiça


Sinopse
Baseado na obra literária de Harper Lee, o filme narra a história de Atticus Finch, um íntegro advogado que resolve defender um homem negro, falsamente acusado de estuprar uma mulher branca. O filme oferece grandes possibilidades de tratar sobre valores e levar a reflexão sobre racismo, a discriminação e a igualdade.
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Amistad (1997)

Duração: 155 min
Diretor: Steven Spielberg
Classificação indicativa:Não recomendado para menores de 14 anos. 


Sinopse
Retrata interessante caso ocorrido em 1839, nos Estados Unidos, quando houve um julgamento de escravos presos pela prática de crime ocorrido em um motim num navio negreiro. O julgamento serviu como paradigma para uma importante reflexão sobre Direitos Humanos, a questão da escravidão, da dignidade da pessoa humana e do "direito a ter direitos".
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Malcom X (1992)

Duração: 202 min
Diretor: Spike Lee
Classificação indicativa: Informação não disponível no site do Ministério da Justiça


Sinopse
Biografia de um dos grandes líderes afro-americanos, cujo pai fora assassinado pela Ku Klux Klan. Malcom foi um grande ativista para a conquista dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos.
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A outra história Americana (1998) - American History X

Duração: 119 min
Diretor: Tony Kaye
Classificação indicativa:Não recomendado para menores de 16 anos. 


Sinopse
Derek é o líder de um grupo de skinheads que mata duas pessoas que invadem sua casa. Ele vai para a cadeia por três anos. Na prisão, ele descobre que o ódio racial somente lhe trazia problemas. Quando sai da prisão, ele precisa convencer seu irmão, que está para assumir a liderança do grupo, a não seguir o caminho da intolerância racial.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Avaliação Educacional - a escola precisa melhorar

vídeo do Professor José Francisco Soares, membro do Conselho Nacional de Educação sobre as avaliações da educação básica no Brasil e os resultados.
https://youtu.be/GTbrLjKJvNg

sábado, 6 de maio de 2017

Inclusão - adaptações curriculares

o que é uma escola inclusiva?
A inclusão exige que as escolas se adequem e se preparem para acolher as especificidades de todos. "A inclusão pressupõe mais do que a simples integração e a inserção daquele que consegue se adaptar. A inclusão também exige do Poder Público e da sociedade a adoção de ações para evitar a exclusão de qualquer pessoa. Por exemplo, na escola, não basta garantir o acesso da pessoa com necessidades especiais. Muitas vezes é necessário ir além, como a garantia de uma estrutura adequada, (por exemplo, contratar um cuidador para ajudar na permanência daqueles que necessitam de atenção especial)". 
Fonte: Curso de formação de professores - Introdução aos Direitos Humanos e ECA - EFAP


https://drive.google.com/drive/folders/0B1XEX6c9j2EAU0JFdmdLTWlYU0E?usp=sharing

domingo, 23 de abril de 2017

DIREITOS HUMANOS - LISTA DE FILMES PARA TRABALHAR O TEMA

Lista de Schindler (Steven Spielberg, 1993)
Amistad (Steven Spielberg, 1997)
Hotel Ruanda (Terry George, 2004)
O Pianista (Roman Polanski, 2002)
A Missão (Roland Joffé, 1986)
Um Grito de Liberdade (Richard Attenborough, 1987)
Gandhi (Richard Attenborough, 1982)
Lincoln (Steven Spielberg, 2012)
O Sol É para Todos (Robert Mulligan, 1962)
O Jardineiro Fiel (Fernando Meirelles, 2005)
Diamante de Sangue (Edward Zwick, 2006)
Mandela – Um Grito de Liberdade (Richard Attenborough, 2008)
Gritos do Silêncio (Roland Joffé, 1984)
A Onda (Dennis Gansel, 2008).

domingo, 19 de fevereiro de 2017

A escola como projeto educativo - videoaula

Videoaula sobre a escola como projeto educativo. Vamos sair da "cela" e pensar em maneiras diferenciadas de levar o aluno para vivenciar situações reais.

Vale a pena assistir!

Disponível em: http://eaulas.usp.br/portal/video.action;jsessionid=13491920120695E68773C52CEB7B3E02?idItem=516

terça-feira, 11 de outubro de 2016

O ser adolescente- documentário

Passagem

Documentário que aborda a concepção do ‘ser’ adolescente. Uma exposição de suas idéias e percepções numa contextualização desta fase da vida, em um debate de temáticas variadas que delineia perfil adolescente da geração de bombardeio de informações e mudanças de moral e costumes. Gravado com depoimentos de adolescentes da Grande Florianópolis e de Rancho Queimado.
Realizado de forma coletivamente pelos alunos Ariel Schvartzman, Cleuza Maria, Fabíola Beck, Filipe Figueiredo, Maurício Marques, Oscar R. Júnior, Saulo Velasco, Thais Reis, Yanina Peralta na disciplina de Documentário 2, sob a orientação da professora Márcia Paraíso.
Disponível no link abaixo:

terça-feira, 26 de julho de 2016

Recursos para professores de Língua Portuguesa

Variações linguísticas

"O trabalho com as variações linguísticas é relevante e indispensável, pois a identidade cultural do Brasil é formada por essa realidade. Nesse sentido, as práticas de leitura e escrita desenvolvidas na escola precisam assumir uma configuração para combater o preconceito veiculado no ambiente escolar e na sociedade, visando à democratização do saber".
MONTEIRO, Maria Iolanda. Alfabetização e letramento na fase inicial da escolarização. São Carlos: EdUFSCar, 2010. 117 p. -- (Coleção UAB-UFSCar).
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Texto:
O desafio de ensinar a língua para todos

A polêmica sobre o "falar popular" revela a necessidade de dialogar com os alunos não familiarizados com a norma-padrão

Rodrigo Ratier
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Escrever é diferente de falar
- Qué apanhá sordado?
- O quê?
- Qué apanhá?
Pernas e cabeças na calçada.
É óbvio: o célebre poema O Capoeira, de Oswald de Andrade (1890-1954), está quase integralmente em desacordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa. Isso não impede, entretanto, que Pau Brasil, o livro de 1925 em que o texto está incluído, seja estudado nas escolas e frequente as listas de leitura obrigatória das mais concorridas universidades do país.
Do regionalismo de Jorge Amado à prosa contemporânea da literatura marginal, passando pelo modernismo de Mário de Andrade e Guimarães Rosa, refletir sobre as variedades populares da língua, típicas da fala, tem sido uma maneira eficaz de levar os alunos a compreender as formas de expressão de diferentes grupos sociais, a diversidade linguística de nosso país e a constatação de que a língua é dinâmica e se reinventa dia a dia.
A discussão, porém, tomou um caminho diferente no caso do livro Por Uma Vida Melhor, volume de Língua Portuguesa destinado às séries finais na Educação de Jovens e Adultos (EJA). Um excerto do capítulo "Escrever É Diferente de Falar" foi entendido como uma defesa do "falar errado". Muitas pessoas expressaram o temor de que isso representasse uma tentativa de desqualificar o ensino das regras gramaticais e ortográficas que regem a Língua Portuguesa. De fato, não se pode discutir que o papel da escola é (e deve continuar sendo) ensinar a norma culta da língua.
Conhecer e dominar a comunicação segundo o padrão formal representa, sem dúvida, um caminho poderoso para a ascensão econômica e social de indivíduos e grupos. Acima de tudo, é uma das maneiras mais eficazes por meio das quais a escola realiza a inclusão social: permitir o acesso a jornais, revistas e livros é abrir as portas para todo o conhecimento científico e filosófico que a humanidade acumulou desde que a escrita foi inventada.
Mas, afinal, do ponto de vista da prática pedagógica, está correto contemplar nas aulas a reflexão sobre as variantes populares da língua? A resposta é sim. A questão ganhou relevância com a universalização do ensino nas três últimas décadas. Com a democratização do acesso à Educação, a escola passou a receber populações não familiarizadas com a norma-padrão. Nesse percurso, surgiu a tese de que falar "errado" representava um impedimento para aprender a escrever "certo". Pesquisas na área de didática mostraram exatamente o contrário: o contato com a norma culta da escrita impacta a oralidade. Ao escrever do jeito previsto pelas gramáticas, o aluno tende a incorporar à fala as estruturas e expressões que aprendeu.
Contemplar as variantes da língua exige preparo docente
Não custa enfatizar, entretanto, que o respeito às variedades linguísticas por meio das quais os estudantes se expressam ao chegar à escola não significa que o professor deva abrir mão do ensino da norma culta. Ao contrário. O que se pretende é que a reflexão sobre as relações entre oralidade e escrita leve os estudantes a compreender a linguagem como uma atividade discursiva. Ou seja, um processo de interação verbal por meio do qual as pessoas se comunicam.
Pensar a fala e a escrita como discurso não é pouca coisa: exige competência para planejar a expressão de acordo com o lugar em que ela vai circular (uma conferência acadêmica? Uma conversa no jantar?), levando em conta seus interlocutores (uma autoridade? Um grupo de amigos?) e a finalidade da comunicação (expor um argumento? Relembrar uma lista de compras?). Dessa perspectiva, os gêneros escritos continuam com espaço cativo. A diferença (para melhor) é que você, professor, deve ocupar-se também das situações formais de uso da linguagem oral (seminários, entrevistas, apresentações etc.), igualmente fundamentais para o exercício da cidadania.
Cabe lembrar, ainda, que valorizar os modos de expressão coloquiais é uma opção especialmente válida na EJA. As experiências indicam com clareza que iniciar o trabalho mostrando a utilidade daquilo que os estudantes conhecem é um dos pontos de partida mais eficazes para mobilizar o público dessa etapa de ensino - adolescentes e adultos com trajetórias escolares marcadas pela falta de oportunidades, o abandono e a multirrepetência, vários empurrados para fora das salas por um ensino excessivamente apegado à repetição de nomenclaturas e à memorização de regras estruturais.
Por trás da crítica ao diálogo da escola com os saberes populares está a defesa, muitas vezes inadvertida, de um sistema educacional campeão em evasão, reprovação e analfabetismo funcional. Como o que construímos até hoje.


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Videos - Exemplos de variação linguística que podem aparecer no contexto da sala de aula. 
Chico Bento - Na roça é diferente

Variações Linguísticas Regionais

Norma culta e variedade linguística - As diferenças entre norma culta e a língua coloquial, que são o tema deste programa, foram o pivô de uma controvérsia que ocupou jornais, revistas e a televisão em maio de dois mil e onze. Jornalistas acusaram o governo de recomendar um livro didático que ensinava jovens e adultos a falar errado. Você vai ver as opiniões de lingüistas e educadores sobre este assunto e como a escola pode lidar com as variedades lingüísticas.

Aula para trabalhar Variações linguísticas (Recomendo!)
1 - Variação Linguística - que preconceito é esse?
Autora: Keila Vieira de Lima
2 - O caipira, seu falar e seus costumes: um estudo sobre variação e preconceito linguísticos
Autor: Thiago Madeira Franca
Disponível emhttp://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=20761
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Revista de variações linguísticas
Apresenta um mapa com as variações linguísticas de cada estado do nosso país.

Autora: MONTEIRO, Maria Iolanda.
Disponível em: http://audiovisual.uab.ufscar.br/pe/maria_iolanda/va_pe_maria_iolanda_mapa.swf

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Vídeo da música "Língua", de Caetano Veloso. A música é uma deliciosa brincadeira, com a nossa tão amada Língua Portuguesa.
https://youtu.be/fsqoCBfucYo

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Vídeos e filmes para trabalhar a questão racial

Filme que trata a desigualdade racial:
Hotel RuandaEm 1994 um conflito político em Ruanda levou à morte de quase um milhão de pessoas em apenas cem dias. Sem apoio dos demais países, os ruandenses tiveram que buscar saídas em seu próprio cotidiano para sobreviver. Uma delas foi oferecida por Paul Rusesabagina (Don Cheadle), que era gerente do hotel Milles Collines, localizado na capital do país. Contando apenas com sua coragem, Paul abrigou no hotel mais de 1200 pessoas durante o conflito.
Fonte: FullFilms Br
Trailer: 

Apartheid-Frente a frente com o inimigo- Filme sobre o processo de negociação ao fim do Apartheid na Africa do Sul.

Filmes baseados na figura do professor

1- Entre os muros da escola - Sinopse: O filme Entre os muros da escolado diretor Laurent Cantet conta a história de Fraçois e seus colegas professores que preparam o novo ano letivo de uma escola da periferia parisiense. Munidos de boas intenções, eles se apoiam para tentar manter vivo o estímulo de dar a melhor educação a seus alunos.
   Na sala de aula, um microcosmo da França contemporânea, choque entre as diferentes culturas dos jovens que por mais inspiradores e divertidos que sejam, desanimam seus professores e os desestimulam com seus projetos de melhorias que beneficiariam os adolescentes.
Duração: 2h 8min
Classicação: 12 anos
Fonte: http://www.sescamapa.com.br/cinema/sinopse-do-filme-entre-os-muros-da-escola

2 - A educação proibida - este filme questiona a escolarização moderna e propõe um novo modelo de ensino.

3- Clube do Imperador
História de William Hundert, um professor apaixonado pelo trabalho que tem sua vida pacata e controlada totalmente mudada quando um novo estudante, Sedgewick Bell, chega à escola. Porém, o que começa como uma terrível guerra de egos acaba se transformando em uma profunda amizade entre professor e aluno, a qual terá reflexos na vida de ambos nos próximos anos.
4. Sociedade dos poetas mortos
Robin William é um professor de poesia nada ortodoxo, em uma escola preparatória para jovens. Com o seu talento e sabedoria, ele inspira os seus alunos a perseguir as suas paixões individuais e tornar as suas vidas extraordinárias.
5. A Onda
Professor decide fazer um projeto com os alunos transformando a sala em um tipo de governo fascista realmente, mas os alunos começam a sair do controle e começam a propagar “A onda” por toda a cidade tornando o projeto um movimento real. Quando as coisas começam a sair do controle, o professor tenta parar o movimento, mas já é tarde demais.
6. Escritores da Liberdade
Uma professora tenta combater um sistema deficiente e fazer com que a sala de aula faça a diferença na vida de seus alunos, criados em meio à violência e à agressividade. Por meio de diários, os adolescentes escrevem suas histórias e têm a chance de ter uma voz própria. O longa foi inspirado em eventos reais, relatados pela professora Erin Gruwell e seus alunos no livro “O Diário dos Escritores da Liberdade”.
7. Entre os Muros da Escola
Baseado em livro homônimo, o filme mostra as experiências do professor de literatura François Marin em uma escola de Ensino Médio, localizada na periferia de Paris. O docente tenta estimular os estudantes, mesmo tendo que lidar com o descaso dos alunos.
8. Encontrando Forrester
O filme retrata diversos cenários do cotidiano envolvendo sentimentos de amizade, confiança e escolha. Mostra o caminho de um jovem de dezesseis anos da periferia de Nova York que consegue uma bolsa de estudos em uma das melhores escolas particulares da cidade, graças às notas que conquistou no colégio público. Só que ele não consegue superar a barreira do preconceito, por ser negro e pobre. O talento do rapaz em escrever o leva a conhecer William Forrester (Sean Connery), um brilhante escritor que vive recluso. Ele percebe a capacidade do jovem e o incentiva a prosseguir. Desse relacionamento, nasce uma bela e edificante amizade.
9. Larry Crowne – O Amor Está de Volta
Larry Crowne (Tom Hanks) trabalha há anos em uma loja, onde já foi escolhido por nove vezes como o funcionário do mês. Um dia, para sua surpresa, ele é demitido por não ter curso superior. Precisando recomeçar do zero, ele resolve se matricular na faculdade. Um dos cursos que realiza é o de oratório, ministrado por Mercedes Tainot (Julia Roberts), que está desanimada devido ao desinteresse dos alunos por sua matéria. A vida na faculdade faz com que Larry ganhe novos amigos, mude seu estilo de vida e se aproxime, cada vez mais, de Mercedes.
10. Gênio Indomável
Will Hunting (Matt Damon) tem 20 anos e já registrou algumas passagens pela polícia. Trabalhando como servente em uma universidade, se revela um gênio em matemática. Ele faz terapia, por decisão judicial, mas não apresenta resultados de melhora porque debocha de todos os analistas. Até encontrar um com quem de se identifica.
11. Uma Mente Brilhante
O filme conta a história real de John Nash que, aos 21 anos, formulou um teorema que provou sua genialidade. Brilhante, Nash chegou a ganhar o Prêmio Nobel. Diagnosticado como esquizofrênico pelos médicos, Nash enfrentou batalhas em sua vida pessoal.
12. Preciosa – Uma História de Esperança
Claireece “Preciosa” Jones (Gabourey Sidibe) é uma adolescente de 16 anos que sofre uma série de privações durante sua juventude. Abusada pela mãe, violentada pelo pai e grávida de seu segundo filho, é convidada a frequentar uma escola alternativa, na qual vê a esperança de conseguir dar um novo rumo à sua vida.
13. Ao Mestre com Carinho
Desempregado, o engenheiro Mark Thackeray (Sidney Poitier) acaba por lecionar em uma escola no East Wend de Londres formada por alunos pobres e sem disciplina. O professor sofre um bocado na mão deles, mas, aos poucos, consegue impor respeito e ganhar a amizade dos estudantes. A canção que leva o nome original do filme, To Sir with Love, da cantora Lulu (que também participa do longa), ficou por cinco semanas no topo da parada norte-americana. Um clássico das sessões vespertinas da TV.
14. Mentes Perigosas
Michelle Pfeiffer interpreta a professora Louanne Johnson que, após ser hostilizada pelos alunos de uma escola na periferia, aposta em métodos pouco convencionais, como o karatê, para ensiná-los. O longa, baseado em uma história real, ficou famoso pela cançãoGangsta’s Paradise, do rapper Coolio.
15. Ser e Ter
O documentário de Nicolas Philibert acompanha a rotina de um dedicado professor, George Lopez, no interior da França. Crianças entre 4 e 11 anos dividem a mesma sala de aula do Ensino Fundamental e aprendem a ler, escrever e se relacionar. Indicado a vários prêmios, como o César, (o Oscar francês), o longa tem sido estudado e mostrado em escolas de várias partes do mundo.
16. Half Nelson
Numa escola do Brooklyn, Nova York, frequentada majoritariamente por alunos negros e latinos, o professor Dan Dunne (Ryan Gosling) ensina História e é técnico do time de basquete feminino. Dunne, que é viciado em drogas, deixa a disciplina de lado e se concentra em discutir filosofia e dialética com os estudantes. O filme centra-se em sua relação com Drew (Shareeka Epps), uma aluna de 13 anos frustrada com a vida que leva. Gosling recebeu uma indicação ao Oscar de melhor ator.
17. Pro Dia Nascer Feliz
Enquanto nos colégios de classe alta de São Paulo, jovens sentem a pressão dos últimos exames do ano, no grande Rio, interior de Pernambuco ou na periferia paulista, alunos professores desmotivados faltam às aulas, escolas enfrentam situações precárias e alunos transformam o ambiente escolar no único compromisso social que têm na semana. Neste documentário angustiante, João Jardim ajuda a traçar um retrato obre a situação escolar do país.
50 filmes baseados no papel do professor (em espanhol): http://www.educaciontrespuntocero.com/recursos/peliculas-figura-del-docente/17274.html